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Revistinha em quadrinhos ou Gibi. Você já leu alguma?

A revistinha em quadrinhos.

Pois é! Aquele que nunca na vida leu uma revistinha em quadrinhos, que levante o dedo. Duvido que você seja um!

Mas. Se você curiosamente for um, leia esse post. Tenho certeza que você, ao menos, vai passar a ler uma revistinha.

Hoje em dia com tanta tecnologia, como sempre, nos empurrando para o futuro, crianças, jovens e adultos, deixam de aproveitar certos tipos de alternativas, que a vida simplesmente oferece. E posso ser claro, dizendo que hoje em dia, é difícil ver uma criança, por exemplo, brincar com pião, bolinhas de gude, brincar de pular corda… brincadeiras antigas, sabe?

E como isso tudo era gostoso de brincar. Pois uma das práticas que era essencial, com certeza, era ler uma boa revistinha em quadrinhos. Pois naquele momento, tudo que era real, parava um pouco, até terminar a leitura.

Hum… pareço ser arcaico com isso, não é?
Ok! Pois você está errado! Vamos entender as coisas primeiro:

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Histórias em quadrinhos, HQs, gibis, revistinhas, historietas, assim como são chamadas, tiveram a sua origem publicada em Londres, detalhadamente em 17 de maio de 1890, sendo assim a primeira, batizada como a Comic Cuts, por Alfred Harmsworth (Lord Northcliffe), um magnata que lançou a primeira revista com histórias desenhadas.

Bem que o modelo da mesma, jugulava mais textos do que desenhos e seu conteúdo era satírico-humorístico. E mesmo assim, um mês mais tarde, a sua publicação já tinha atingido cerca de 300 mil exemplares. Um feito fabuloso maior que os grandes jornais da época.

Mas existem certas divergências, informando que Richard Felton Outcalt (1863-1928), um cartunista norte-americano, foi o verdadeiro pai das geniosas revistinhas em quadrinhos. Ele resumiu o que tinha sido feito até então e introduziu em suas histórias do Yellow Kid, publicadas em 17 de fevereiro de 1895, no New York World, onde o mesmo trabalhou como desenhista técnico artístico. E tendo isso, um elemento novo: o balão com as falas.

E logo depois, já em 04 de maio de 1902, foi o publicado a revista do personagem Buster Brown. Sendo pela editora New York Herald.

Bem! Seja como for, parabéns para eles.

Apesar que também, de lá para cá, tiveram várias origens que nos levam a chamar as revistinhas pelos nomes (HQs, gibis, historietas…) e foram perdidas.

Nossa! São tantas histórias divertidas estampadas em quadrinhos, que fica até difícil de falar de todas aqui. E naquela época a fama era tanta, que o comercio de brinquedos, programas de rádio, filmes… tudo que reverenciava aos personagens das histórias, lucrava em números inestimáveis. Era o sucesso!

Resultado de imagem para primeira revista popeyeVamos ver quem impulsionaram grande sucesso da revistinha em quadrinhos:

Entre outras e outras revistas, que atingiram os horizontes mundiais, enriquecendo editoras, que hoje são conceituadas pelas suas excelentes publicações. Assim como a Editora Abril, muito famosa e conhecida aqui no brasil e em vários países.

E falando em brasil, não deixar de falar na nossa lenda viva que compartilhou suas revistinhas, em prol da educação, ao longo de nossas vidas e até hoje, além delas, continua fazendo os adultos como eu, voltar a ser criança com seus desenhos. Ah… que saudade das histórias do Chico Bento… pois leio até hoje. (Risos). Tem dúvida de quem estou dizendo?
Mauricio Araújo de Sousa ou Mauricio de Sousa, para seus eternos fãs, é um dos cartunistas brasileiros mais famosos, conhecido mundialmente, diga-se de passagem, criador da “Turma da Mônica”, nada… nada, um dos membros da Academia Paulista de Letras.

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Mauricio de Sousa

Começou a desenhar histórias em quadrinhos em 1959. Por incrível que pareça e que poucos sabem, é que Bidu o cãozinho e seu dono Franjinha, foram os seus primeiros personagens, o que até então, deu-se origem ao Cebolinha. MAS! Em contrapartida, fuçando mais a trajetórias artística do nosso Mauricio, o super-herói “Capitão Picolé”, foi a sua primeira criação.
Achei isso revelador, para mim. Até o momento, antes de pesquisar sobre o assunto, pensei que fosse a Mônica. Pelo carinho exclusivo ao personagem. Mas não! Ela foi criada em 1963, quando também ele criou junto com a jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, a folhinha de São Paulo. Saiba mais sobre o Mauricio, clicando no link.

No brasil, vários colecionadores, de revistinhas em quadrinhos, pagam auto por um “exemplar”. E quanto for mais antiga, o preço aumenta. Então não pense que isso é apenas diversão para crianças. De fato, essas crianças cresceram e querem manter suas lembranças vivas. Veja:



Muito legal!
Então jovem, as brincadeiras que tinham naquele tempo, são eternizadas até hoje. O que também, por afirmações, tenha certeza que você não será arcaico, quando comentar sobre as revistinhas em quadrinhos. Pois isso é hoje e como sempre foi, uma cultura de informações atreladas à vida, com o objetivo do bem maior que dar início a qualquer fase da sua história, ao longo do seu caminho. A educação. Pois é o princípio de tudo. Valeu!?

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Se você quer saber se tem algum site, que disponibiliza alguns gibis para leitura, veja abaixo:

Muito obrigado por visitar e ler o post. Um grande abraço. Sempre!

Gostou!? Então recomendo esses. Veja:

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