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Corpus Christi e a arte que surgi da fé

A sincera e mais pura verdade é a devoção que se destaca, diante de um dia, como Corpus Christi, onde todos inspiram-se num sentimento de alegria, solidariedade e fé.

Nesse sentido, somente o exemplo de juntar pessoas para praticar uma atividade no que ajuíza em fé e amor ao próximo, tem todas as razões para dizer ao mundo que diante de tantas atrocidades, ainda há esperança e a força do bem está de braços abertos para acolher àqueles que se dizem facinorosos.

Para chegar ao consenso desse post, vamos entender uma coisa:

O Corpo de Cristo, ou melhor, o dia de Corpus Christi, como todos sabem, trata-se de uma festa religiosa e muitíssima respeitada pelas Igrejas Católicas, que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

Essa festa, acontece sempre, Sessenta dias após ao “Domingo de Páscoa” ou na quinta-feira seguinte ao domingo da “Santíssima Trindade”, em referência à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o “Sacramento da Eucaristia”.

Esse é um ponto culminante da festa. Onde as pessoas por base disso, enfeitam as ruas para dar boas-vindas na passagem da procissão, geralmente conduzida pelo Bispo ou pelo abade da igreja. E pode ter certeza que são muitos fiéis que acompanham o Santíssimo Sacramento.

 

Papa Urbano IV

Papa Urbano IV

O que posso ser mais primoroso nesse contexto, é que a festa de Corpus Christi foi fundada pelo papa Urbano IV, durante o século XIII, onde recebeu o segredo da freira agostiniana Juliana de Mont Comillon, que teve visões de Jesus Cristo demonstrando desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Pois, através de um acontecimento milagroso conhecido como o “Milagre de Bolsena”, em 19 de junho de 1624, o papa Urbano IV, determinou que todos objetos que comprovaram o milagre fossem levados para Orvieto, onde o mesmo, já tinha a sua corte.

Assim foi realizada uma procissão para o recebimento solene à “Sua Santidade” e depois levados para a Catedral de Santa Prisca. E foi nesse momento, comprovada também, a primeira procissão do Corporal Eucarístico.

Mas foi através da publicação da bula Transiturus, em 8 de setembro de 1624, que a festa de Corpus Christi foi oficialmente constituída pelo papa Urbano IV.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

E pode ter certeza que inspiração para esse dia não falta mesmo. A arte acontece através da fé. Até hoje, muitas cidades brasileiras, expõem suas ruas com enormes tapetes improvisados com serragens (Pó-de-serra), e ou, areias coloridas. Nesses tapetes, são desenhadas várias imagens sacras como hóstia, cálice sagrado, pomba da paz, imagem de Cristo, flores e muitas imagens que representam o significado do dia. Em algumas cidades, os tapetes chegam a alcançar quilômetros. Acredite! É uma arte pública e de grande sentimento para o dia de Corpus Christi.

Vamos apreciar essas imagens?


Veja:


Pois é! Se você ainda não fez o seu desenho no grande tapete, comemorando o dia de Corpus Christi, não fique triste. Fique atento com esse dia no próximo ano.
Organize uma multidão e em base da fé, da alegria e do amor ao próximo. Faça a arte fluir construindo um grande tapete. Valeu!?

Muito obrigado por  ler o post Corpus Christi e a arte que surgi da fé.
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Um abraço. Sempre!

 

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